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Um guia para navegar no mar de lágrimas
IVAN MARTINS
É editor-executivo de ÉPOCA
Os homens ficam perplexos diante do choro das mulheres. Há nele alguma coisa que nos comove e nos confunde. Por quê? Os evolucionistas dirão que o choro talvez seja um instrumento evolutivo para conter a agressividade masculina, mas ninguém sabe. O fato é que as mulheres choram muito. Muito mais que os homens, quero dizer. Choram em festas, choram em filmes, choram, sobretudo, na intimidade. Conviver com uma mulher é aprender a vê-la chorar – e entender. Mas isso não é fácil. Leva tempo e exige experiência acumulada. Com o intuito de cortar caminho e facilitar a vida dos mais jovens, segue um breve guia sobre os diferentes tipos de choro, o que eles significam e como se deve lidar com eles. Se funcionar, será uma enorme surpresa:
1. Choro sem razão: esse é o mais comum e o mais frequente. A mulher parece nervosa e desata a chorar por uma banalidade qualquer. O controle remoto sumiu. Ou a calça de lã preta ficou apertada. Por trás disso, em geral, há um desarranjo hormonal periódico chamado de TPM. Algumas mulheres ficam irascíveis nesse período. Outras se tornam ultra sensíveis. Todas choram sem razão aparente. O melhor conselho é sair do caminho. Se isso for impossível, tente ser gentil sem chegar perto demais. Às vezes uma caixa de bom-bons resolve. Outras vezes é sexo, mas com risco de vida. Jamais – eu repito – jamais mencione a expressão TPM. Finja que você e ela não sabem a origem daquilo tudo.
2. Choro de tristeza: também esse é bastante comum. Por alguma razão ela está insatisfeita, em geral com ela mesma. Esse tipo de choro vem precedido de quietude e olhares magoados. Seu papel é sentar-se bem pertinho, passar o braço em volta dela e pedir para ouvir. Desligue a TV e esqueça o livro. A conversa será longa, mas tende a ter final pacífico e feliz. Se houver uma banheira por perto, é o lugar certo para uma esponjada final, demorada e carinhosa. Na falta dela, banho de chuveiro e massagem nos pés. Seu papel nesse caso é o de pai, mas fazendo depois coisas que ele não faria.
3. Choro de DR: é preciso ter cuidado para não confundir com o choro de TPM. Os sinais de nervosismo são os mesmos, mas este tem um motivo racional. Alguma coisa – real ou imaginária – está acontecendo e ela quer discutir a relação. Você não tem alternativa. Logo, ouça com atenção. Em meio ao choro e à catarata de argumentos emocionais, algo vai aparecer com clareza, em algum momento. Você fez ou deixou de fazer alguma coisa importante. Pode ser uma miudeza, como a data de início de namoro que passou batido, ou pode ser alguma coisa grave. Talvez ela queira morar junto ou casar ou ficar grávida. Talvez ela ache que você não goste mais dela. Em qualquer hipótese, seja racional, mas não perca a empatia. E tome extremo cuidado para não ser manipulado a fazer coisas que não deseja fazer apenas para aplacar o choro dela. Desde os tempos bíblicos há homens que perderam a cabeça por causa das lágrimas de uma mulher. Pergunte a João Batista.
4. Choro de raiva: em geral tem alguma frustração no meio. Pode ser o trabalho dela que não avança, pode ser a sua vagabundice em casa, pode ser aquela gostosinha que ficou dando bola para você na frente de todo mundo na festa. Pode ser também, a la Nelson Rodrigues, que ela esteja chorando por alguém que não é você, e a tratou mal. Choro de raiva é alto, envolve gritos, tem vocação para barraco. O melhor é acalmá-la e dar razão no que for possível. Depois se conversa.
5. Choro de desapontamento: o olhar que o antecede parece ao de tristeza, mas tem um brilho mais acusatório. Como você foi capaz? Por trás desse choro sentido pode haver uma situação facilmente contornável – como a sua impaciência com a mãe ou a melhor amiga dela – ou algo realmente explosivo, como a história maluca com a garota do trabalho. Se for a segunda hipótese, o choro é serio. Às vezes, ele significa que ela ainda gosta de você e, quem sabe, diante de uma catarse (seria bom você também cair no choro…) as coisas possam se arranjar. Outras vezes o choro é de luto. Nesse caso, ela está chorando a relação que acabou. Você já era.
6. Choro de adeus: esse mistura tristeza e culpa. Ela está explicando que não dá mais, e cai no choro. Nessas horas você está confuso, sente-se uma droga e tem vontade de chorar também, por estar levando um pé na bunda. Mas homem não chora, né? Essa, aliás, é a uma das coisas que o convívio com as mulheres deveria nos ensinar. Chorar. De tristeza, de raiva, de frustração, de mágoa. Chorar até sem motivo. Isso nunca fez mal às mulheres. Talvez faça algo por nós.
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texto enviado pela ouvinte angélica seguí.
Fonte: blog pretinho basico
Hoje estou cansado
bem pouco inspirado
pra rimas montar
É que poeta não sou
só escrevo com amor
pensando em você
Agora vou descansar
quem sabe sonhar
em um poeta ser
E quando acordar
vou enfim recitar
e frases tecer.
Como o tempo mudou
mais uma vez,eu aqui...
tentando lhe dizer algo,que
realmente,rimas nao cabem!
Era uma garota,uma menina...
Quando,na sua vida de surpresas..
Ah,Surpresas...
Alguem!!! Esse alguem...
Era VOCE.
Ja nao era de se estranhar
Como uma paixao de primeira.
Voce tomou conta e fez,nascer..
Uma nova garota.
Mais uma vez,ela quis ser
Ser somente,SOMENTE
Sua...
Sua amada,sua princesa
sua mulher,sua vida,
sua metade...
Eu e você.
Simplesmente Louco
Minhas rimas sem sentido
Incógnitas sem solução
Já tentei te definir em mil versos
Palavras repetidas em vão
Uma máxima exclusivamente única
De se definir algo imensurável
E essa sede de descobrir
Como nas linguagens dos poetas insanos
Quase beirando a loucura
De uma intensa satisfação indecifrável
Isso me parece saudável ?
Acho que enlouqueci
Estou louco, simplesmente louco.
De amor por você
O que sempre quis,
Sei que pode ser demais,
Quero alguns amigos legais,
Um bom emprego,
E de vez em quando algum dinheiro,
Sempre tento ser o melhor possível,
Tanto no amor,
Quanto com os amigos,
Na minha vida,
Como todas as outras,
Sempre há de ter problemas,
Alguns grandes,
Outros insignificantes,
Não posso reclamar,
Tenho quase tudo que desejo,
Coisas que quero,
Nenhum dinheiro tem como comprar,
São sentimentos que não tenho como explicar,
Já amei e fui amado no mesmo dia,
Assim como já fui rejeitado,
Mais nada me fez desistir de lutar pelos meus sonhos,
Sonhos esses que tenho desde pequeno,
Andar de avião,
Viajar por ai,
Coisas simples,
Mais de muito valor para mim,
Tenho muito que viver ainda,
E sei, que nem sempre o bom vai vim,
Quero aproveitar o máximo de minha vida,
E para isso vou dar o melhor de mim.
Pra chegar até aqui
Já não sei quantas folhas gastei
Quantas rimas inventei, tentei e remendei
Para que pudesses ouvir
O amor que sinto por ti.
É difícil compactar
O mais belo dos sentimentos
Em simples versos.
São versos simples,
Que a cabeça transmite à mão
O que meu insano coração não consegue resumir.
Se ele tivesse vida própria
Pularia do meu peito
e iria a ti,
Para ver os teus olhos,
Os quais conseguiram me seduzir.
Rimas Rítmicas
Em busca da exatidão da palavra
Estes curtos versos ousam compor
Em contradição ao tudo e ao nada
A fugaz e pujante fúria em calor
Da nobre intenção pura declarada
Assim proferindo amor em teor
Assim traduzindo teor em amor
A minha rima rítmica e cálida
Não me condene pela
minha plena realidade
ou por meus pensamentos de
rimas,claro busco a grande
verdade.








A carne é fraca? Sim, a dieta vegetariana faz bem à saúde. Para isso, é preciso ter muita informação e suplementação adequada
Banir o bife do prato, encher a geladeira de maçãs, alface e legumes. À primeira vista, o vegetarianismo parece ser apenas isso: uma dieta simples, cujo sucesso depende só de resistir às tentações da carne. Ser vegetariano, contudo, é uma opção mais complexa. Palavra de especialista. “Tirar a carne do cardápio não é garantia de alimentação saudável”, diz o nutricionista George Guimarães, pesquisador do tema. |
Quando restringimos o vegetarianismo apenas a uma dieta, amputamos todo o seu lado mais profundo e para o qual essa prática existe: o respeito irrestrito pelos seres vivos em todas as suas formas. Reconhecer que optar por uma dieta vegetariana é, acima de tudo, uma mudança de paradigma, uma ação com sentido de crescimento e um crescimento com senso de evolução.
Maria Laura Garcia Packer é formada em Letras e vem dedicando-se ao Yoga desde 1981, com estudos e aprofundamento na Índia e nos EUA. É professora de Yoga desde 1986 e vegetariana desde 1981. Com profundo conhecimento e prática no vegetarianismo, vem ministrando cursos de alimentação natural e vegetariana desde 1984. Coordena programas de desintoxicação e de vida saudável e cursos sobre esse tema. Participou como palestrante do Congresso Vegetariano Mundial, realizado no Brasil em 2004, e na Índia, em 2006. Fez demonstração da culinária vegana no Congresso Vegetariano Brasileiro e Latino-americano, em 2006. É grande incentivadora na busca de um viver mais conectado com os princípios da ordem cósmica.
Este livro possui 9 capítulos, dos quais 8 tratam sobre visões do vegetarianismo, e no último são apresentadas 108 receitas veganas ilustradas com duas ou mais fotos em cada receita. Étodo ilustrado em cores (não somente as receitas mas também a parte teórica informativa) e contém 152 páginas em papel couché115 g/m².